Proteger os cérebros, não apenas estimular as mentes

1 de agosto de 2017
  • ​Fonte: http://www.fmcsv.org.br/pt-br/acervo-digital/Paginas/Proteger-os-C%C3%A9rebros,-N%C3%A3o-Apenas-Estimular-as-Mentes-Jack-P.aspx
     
    Os aperfeiçoamentos curriculares na educação da primeira infância que têm como referência a ciência da aprendizagem devem ser ampliados por intervenções protetoras baseadas na biologia da adversidade. A mesma neuroplasticidade que deixa a regulação emocional, a adaptação comportamental e as competências de funções executivas vulneráveis às perturbações de ambientes estressantes no início da vida, também permite o sucesso de seu desenvolvimento por meio de intervenções específicas durante os períodos sensíveis de sua maturação. 

     
    O campo da primeira infância deve, portanto, combinar o enriquecimento cognitivo-linguístico com uma maior atenção à prevenção, redução ou atenuação das consequências de adversidades significativas sobre o cérebro em formação. Guiados por esta teoria ampliada de mudança, cientistas, profissionais e formuladores de políticas devem trabalhar conjuntamente para conceber, implantar e avaliar estratégias inovadoras para produzir impactos substancialmente maiores do que os alcançados pelos programas existentes.
     
     
    Download Arquivo Completo
     
    Ficha Técnica
    ​​Tipo de publicação: PDF

    Número de páginas: 7
    Publicação: American Academy of Arts & Sciences​

    ​​​Autor: Jack P. Shonkoff

    Data: 17/01/2014
Semana Pedagógica – Colégio Estadual Santo AgostinhoGestão municipal do Recife conhece projeto de psicomotricidade relacional do CIAR